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Rádio
Ervália

CLÉO BUENO

Biografia 

Cléo  Bueno, nascida  no interior de São Paulo , Teodoro Sampaio  começar  a apreciar  músicas  ao 6 anos de idade, ouvia em rádios  de  pilha  na época,  ficou  encantada  com a música!  O som a melodia  a deixavam  em êxtase , ouvia muito gal Costa, Eliz Regina , Fafá de Belém , Clara Nunes,  e a cantora  Diana era  a sua referência  na música romântica,  o cantor  Roberto Carlos  esse então  Cléo  era fascinada, como Odair José  tbm por  qual ela é  muito  fã, Cléo  Bueno  já vai para  o nono álbum  de sua  trajetória, fez várias  apresentações musicais!  Tendo muito  bom êxito, participou  de uma peça  teatral  a qual ela  era a protagonista  da sua própria  história,  Cléo Bueno  a chama de uma estrela,  com  nove  músicas  do seu repertório ficou  quase  um ano em cartaz  no Teatro  Plinio Marcos, maria Dela Costa e no Teatro Brigadeiro  o qual ela amou muito fazer,  Bom  pra  mim  foi  uma experiência  incrível,  pois alem de atuar pude mostrar  o que  me move que é  a música!  Faço  pop MPB dosado  a vários  estilos,  pra mim  o importante é levar  do fundo  da minha alma o meu  cantor  inundado de  Amor para  vocês  meu queridos! Até  logo com muitas  novidades!  Beijos na alma!

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NÉIA LUZ

Biografia

Néia luz começou cantar ainda criança, participou de vários eventos, e festivais, aos 12 anos foi convidada pra fazer parte de uma banda, daí, então, não parou mais, participou de vários grupos musicais, em 2002, lançou seu primeiro Cd,primeiro cd, (xamego diferente) tambem quando gravou sua primeira composição! (de brincadeira) onde teve o reconhecimento do público. Hoje Néia Luz lança seu segundo cd com 12 músicas inéditas, de sua autoria, com um toque de interior, pois sua origem fazem o charme das suas canções!!!  Influências: Fátima Leão Uma das melhores compositora do Brasil Informações Pessoais: De vez em quando eu gosto de cachinhos, no lugar desse cabelão escorrido. Já pensou que irado? Frutas que eu adoro: Pêssego é tudo de bom, mas eu sou capaz de devorar uma cestinha de uvas numa tarde. Dúvida ? Meu jeito de ser: Sou simpática, vaidosa, e cheia de charme, e encanto com o meu alto-astral, tenho ternura e estilo gentil.  "Em minha vida, não há espaço para tristeza!" Agitos e balada: Pintou uma festinha, e eu já começo a me arrumar, adoro passear, dançar, cantar, e descolar programas legais. Baladeira, eu amo está com os meus amigos, e agitar por ai. Se eu não fosse cantora, o quê seria ? Não consigo pensar em outra coisa. Músicas : Eu curto tudo. Sou versátil, quando tenho tempo fico em casa assistindo TV, ou lendo coisas assim. "A chave para ser feliz está em suas mãos, pense positivo, acredite sempre em você, e não deixe faltar alegria em seus dias!" Roupas: Não tenho estilo definido, um dia estou querendo usar só "preto". No outro estou mais hippie, e visto colorido, já em outro estou patricinha, uso muito mine-saia, e roupas curtinhas.

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AGNALDO TIMÓTEO

Iniciou sua carreira cantando em programas de calouro na rádio de Caratinga, Governador Valadares e Belo Horizonte, onde se tornou conhecido como o "Cauby mineiro". Mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a trabalhar como motorista da cantora Ângela Maria. Enquanto isso, continuava sua carreira e aos poucos tornou-se conhecido nacionalmente pela sua voz. Ficou famoso ao gravar a canção Meu Grito, de Roberto Carlos. Depois disso vieram vários sucessos românticos, como Ave-Maria, Mamãe e Os Verdes Campos De Minha Terra. Gravou mais de 50 discos. Escreveu o prefácio do livro "mensagens para a vovó" de autoria de Antonio Marcos Pires e junto com o autor participou da Bienal do Livro SP 2016 autografando este livro.

Anos 50 

Aos dezesseis de idade saiu de Caratinga e foi para Governador Valadares, no mesmo estado, e iniciou seu trabalho como torneiro mecânico, fabricando peças para veículos que eram nas construções de estradas e rodovia. Lá trabalhou em uma oficina que era vizinha de uma casa onde se ouvia muita música. Agnaldo largava o trabalho para ouvir "Adeus, Querido", sucesso da cantora Angela Maria. Os anos cinquenta foram marcadas pelas viagens em busca de oportunidades para gravar e cantar. Mudou-se para Belo Horizonte, onde não obteve muito êxito, embora fosse reconhecido pelas rádios da cidade como o "Cauby mineiro", destacando-se pelo seu vozeirão potente e pelas interpretações que fazia do seu ídolo. Era chamado para "defender" as canções do niteroiense e até se fazer passar por ele, pois o mesmo viajava muito e não podia comparecer a todos os convites e compromissos, ele era chamado para imitá-lo nas rádios. Com a ajuda de Aldair Pinto cantou nas rádios Inconfidência, Itatiaia, Mineira e Guarani. Teve a oportunidade de conhecer Angela Maria em um show que ela realizou em Belo Horizonte e ela deu-lhe o conselho para ir para o Rio de Janeiro, onde, provavelmente, teria mais chances e oportunidades.

Anos 60 

Programas de Rádio

No Rio de Janeiro, passou por hospedarias e casas de parentes, passando pelo Lins de Vasconcelos, onde conheceu o cantor Roberto Carlos, que na época havia buscado a capital pelo sonho de virar cantor. Agnaldo revelou em um programa de televisão que ele costumava ir junto do futuro fenômeno da Jovem Guarda à pé do Lins à Cinelândia para as Rádios Nacional e Mayrinck Veiga em busca de oportunidades, pois não tinham dinheiro sequer para pagar o bonde. Neste período, não encontrando as oportunidades que buscava, pediu trabalho para Angela Maria, que tinha um automóvel e não sabia dirigir. Em 1961, indicado pela sua patroa, aconteceu sua estreia em disco: um 78 rotações com “Sábado no Morro” e “Cruel Solidão”, para o selo Caravelle, onde gravou também no ano seguinte a marcha “Na Base do Amendoim”. Nada aconteceu. Em 1963, pela Philips, gravou o compacto duplo “Tortura de Amor” de Waldick Soriano, um trabalho mais bem elaborado e fiel ao seu estilo romântico. A gravadora, no entanto, não acreditou no sucesso e as 180 cópias foram vendidas de mão em mão pelo próprio artista.

Rio Hit Parade - 1965 

O programa realizado por Jair de Taumaturgo na TV Rio, teve Agnaldo Timóteo como o "defensor" da balada "The house of the rising sun", sucesso do grupo britânico The Animals. Agnaldo ganhou todos os prêmios do programa e arrebatou o público jovem, sendo contratado, imediatamente, pela EMI-Odeon, onde teve a oportunidade de gravar seus primeiros discos. O LP "Surge um Astro", um disco de versões de sucessos internacionais lançado naquele ano, foi sucesso de vendas do mercado fonográfico daquele ano. Emplacou sucessos como "A Casa de Irene" (A Casa D'Irene), "A Casa do Sol Nascente" (The House Of The Rising Sun), "É Tão Triste Veneza" (Que C'est Triste Venise), mas o hit ficou como "Mamãe" (La Mamma). O cantor participou de muitos programas da juventude, principalmente o Jovem Guarda, embora fosse mais velho que a média dos outros participantes. Em 1966, lançou "O Astro do Sucesso", que seguia o mesmo roteiro de sucesso do primeiro, era composto por versões de sucessos internacionais que estavam fazendo sucesso. As músicas de maior destaque foram "Último Telefonema" (L'ultima Telefonata), "Não Te Amo Mais" (Je Ne T'Aime Plus) e "Aline", estas últimas sucesso do jovem francês Christophe.

Meu Grito - 1967 

Em 1967 lançou o álbum "Obrigado Querida", emplacando como Hit daquele ano a canção "Meu Grito" (de Roberto Carlos), ficando em primeiro lugar em todas as gravadoras do país [1]. O disco veio ainda com dois grandes sucessos da sua carreira: "Mamãe Estou Tão Feliz" (Mamma) e "Os Verdes Campos da Minha Terra" ("Green Green Grass Of Home). Segundo o cantor, "Meu Grito" consolidou a sua carreira, que precisava de uma música própria e original, diferente das versões que recebia para gravar. O disco de 1968 veio com "Deixe-me outro dia, menos hoje" (de Roberto Carlos e Erasmo Carlos), mas esta não estourou como a primeira, obtendo apenas sucesso com "A 

Hora do Amor" (L'ora Dell'amore).

O LP de 1969 não teve muito destaque, trazendo apenas "Eu Vou Sair Para Buscar Você" (de Nelson Ned) como sucesso. Em 1970 tentou carreira no mercado latino, com versões de sucessos seus, de Cauby Peixoto e Nelson Gonçalves, mas também não disparou. Lançou neste meio tempo regravações de hits de outros artistas como "These Are The Songs" (de Tim Maia). O LP "Agnaldo Timóteo Sempre Sucesso" também não foi de grande sucesso, embora estivesse como um dos mais vendidos daquele ano.

Anos 70

Em 1972, com o álbum "Os Brutos Também Amam", Agnaldo Timóteo mostrou que seguiria a linha dos românticos, cada vez menos falando a linguagem dos jovens. Este disco mostrou o amadurecimento musical do artistas, que vinha contando seus sentimentos e desastres amorosos através de músicas inéditas. O maior sucesso foi "Os Brutos Também Amam", da dupla Roberto e Erasmo. A capa deste disco trazia um desenho seu com dois leões de fundo, fato que fez o apresentador Silvio Santos colocar o cantor para cantar ao vivo em uma jaula ao lado de um leão. O próximo disco traria outro sucesso inédito da dupla “Frustrações”, que deu o título do seu álbum de 1973. A capa deste também foi emblemática, pois trazia o cantor no gramado de um Maracanã vazio, para demonstrar tamanha solidão. Segundo ele próprio, o estádio foi um símbolo de uma grande frustração sua – o futebol. Botafoguense de carteirinha, ele nunca foi bom no esporte. O disco trazia outros sucessos também como “Adeus Pampa Mia” e “Cedo Para Amar”, levando o cantor várias vezes no mesmo ano para receber prêmios no Programa do Chacrinha.

A Galeria do Amor – 1975 

Agnaldo Timóteo lançou a primeira composição própria – A Galeria do Amor. "A Galeria do Amor", segundo Nelson Motta foi uma música de grande valor na música brasileira e foi uma das grandes contribuições da música chamada Brega. O disco teve mais sucessos, como a regravação de “A Noiva” (La Novia), antigo sucesso de Cauby. Em 1978, “Eu Pecador” foi outra mensagem de duplo-sentido deixada pelo cantor em seu disco. Entretanto, desta vez, o cantor deixou a sua outra visão sobre os romances de que tratava, afirmando que eles eram o seu “pecado”. O álbum contou com a sua primeira tentativa de incursão no grupo da MPB, a gravação de “Por Causa de Você” (de Dolores Duran e Tom Jobim). Depois do sucesso de “A Galeria do Amor”, Agnaldo voltou ao tema da vida noturna no Rio de Janeiro. Em 1977 fez o seu disco de maior sucesso “Perdido na Noite”, com a canção de trabalho assinada por si mesmo, além de outras composições: “Aventureiros” e “O Conquistador” (esta com Wagner Montanheiro e Miguel Plopschi). O álbum teve “Tristeza Danada” (de seu irmão Majó) como segundo destaque. Provavelmente foi sua primeira tentativa de incursão para o grupo de cantores da MPB, pois neste álbum esteve presente “Olhos nos Olhos” (de Chico Buarque), sendo lançada simultaneamente por ele, pelo compositor e por Maria Bethânia.

Profissão Cantor

Na política

Iniciou atuação política em 1982, quando elegeu-se deputado federal no Rio de Janeiro, pelo PDT. No meio do mandato, desentendeu-se com Leonel Brizola, líder do partido, e transferiu-se para o PDS. No Colégio Eleitoral de 15 de janeiro de 1985, para escolha do presidente da República (que teve a vitória Tancredo Neves), votou em Paulo Maluf. Candidatou-se em 1986 a governador do Rio de Janeiro e foi derrotado; em 1994, reelegeu-se deputado federal. Em 1996 foi eleito vereador na cidade do Rio de Janeiro, mas não conseguindo a reeleição em 2000. Transferiu-se para São Paulo e em 2004 foi eleito vereador pelo Partido Progressista, mas, devido a divergências com Celso Russomanno, foi para o Partido Liberal (atual Partido da República).

Painel eletrônico

Em 4 de julho de 2012, o jornal O Estado de S. Paulo publicou reportagem acusando Timóteo e outros 16 vereadores da cidade de São Paulo de fraudar o painel eletrônico da Câmara Municipal de São Paulo. Em sua defesa, Agnaldo argumentou que havia marcado presença no terminal ao lado do elevador. Em alguns casos, segundo o jornal, funcionários usavam painéis que deveriam ser usados exclusivamente por parlamentares para fazer marcações, evitando assim desconto de R$ 465 em folha de pagamento por dia. A reportagem d'O Estado foi acompanhada de fotos, filmes e gravações de áudio realizadas ao longo de 20 sessões da Câmara. As marcações ajudaram a criar leis originadas de 18 propostas, sendo assim a prática considerada crime e podendo evoluir até para a cassação do mandado de parlamentares envolvidos.

EVALDO BRAGA

Existe um boato segundo o qual Evaldo Braga, ainda bebê, teria sido jogado pela mãe biológica, uma suposta prostituta, em uma lata de lixo. Entretanto, esse boato foi veementemente desmentido pelo irmão de Evaldo, o músico e cabeleireiro Antônio C. Braga, em depoimento num documentário realizado por Armando B. Mendes Filho, intitulado Evaldo Braga - O Ídolo Negro (1997), que está disponível no site Youtube. O esclarecedor depoimento de Antônio C. Braga aparece exatamente a 6 minutos e 19 segundos, quando ele também revela a data exata do nascimento de Evaldo Braga: 26 de maio de 1945. Evaldo Braga era filho de Antônio Braga, fruto de um relacionamento extraconjugal, por isso não era querido pela esposa do seu pai, com quem chegou a viver durante algum tempo juntamente com os irmãos. Então, o pai, por conta da rejeição da mulher, teria entregue o menino a uma senhora. Sem conhecer sua mãe biológica, ele viveu parte da sua infância nas ruas, chegando a ser internado no SAM (Serviço de Amparo ao Menor), atual fundação CASA, onde ficou durante alguns anos. Conheceu em 1967, Osmar Navarro, o produtor e compositor, que o levou para gravar seu primeiro disco,o compacto "Só Quero", que atingiu o topo das paradas musicais em 1971 e vendeu mais de 150 mil cópias. Lançou seu primeiro álbum, O Ídolo Negro, sob o selo Polydor, da gravadora Phonogram, no mesmo ano. No ano seguinte, lançou o Volume 2, que continha "Sorria, Sorria", uma canção em parceria com Carmen Lúcia, que se tornou um hit, consagrando o cantor. 

O acidente 

O cantor morreu em consequência de um acidente automobilístico na BR-3 (atual BR-040), em 31 de janeiro de 1973, na localidade de Alberto Torres, à época município de Três Rios (atualmente se encontra no município de Areal).Evaldo Braga voltava de uma temporada de shows na cidade de Belo Horizonte, com destino ao Rio de Janeiro. O acidente ocorreu às 7h30m quando o veículo TL Variant, carro em que Evaldo Braga viajava, colidiu com uma carreta Scania Vabis L55 que vinha em sentido contrário. Os veículos ficaram bastante danificados. Evaldo e seu motorista, Arley Morel Lins Medeiros, morreram uma hora depois de chegarem ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Três Rios. Gravemente feridos, ainda permaneceram no mesmo hospital Paulo César, empresário do cantor, e Juraci Alves de Paula, motorista do caminhão.O cantor e compositor Evaldo Braga foi enterrado no cemitério São João Batista. Diversos álbuns e LPs póstumos foram lançados em homenagem ao cantor. .

VICENTE CELESTINO

Nasceu no bairro de Santa Teresa, filho de italianos da Calábria.Teve onze irmãos, dos quais seis homens. Cinco dedicaram-se ao canto e um ao teatro (Amadeu Celestino[2]). Desde os 8 anos, por causa de sua origem humilde, Celestino teve de trabalhar como: sapateiro, vendedor de peixe, jornaleiro e, já rapaz, chefe de seção numa indústria de calçados. Começou cantando para conhecidos e era fã de Enrico Caruso. Antes do teatro cantava muito em festas, serenatas e chopes-cantantes. Estreou profissionalmente cantando a valsa Flor do Mal no teatro São José e fez muito sucesso e, também, entrou no seu primeiro disco vendendo milhares de cópias em 1915 na Odeon (Casa Edison).Em 1920 montou uma companhia de operetas, mas sem nunca deixar o carnavalesco de lado, emplacando sucessos como Urubu Subiu. Rapidamente, depois de oportunidade no teatro, alcançou renome. Formou companhias de revistas e operetas com atrizes-cantoras, primeiro com Laís Areda e depois com Carmen Dora. As excursões pelo Brasil renderam-lhe muito dinheiro e só fizeram aumentar sua popularidade. Nos anos 20, reinava absoluto como ídolo da canção. Vicente Celestino teve uma das mais longas carreiras entre os cantores brasileiros. Quando morreu, às vésperas dos 74 anos, no Hotel Normandie, em São Paulo, estava de saída para um show com Caetano Veloso e Gilberto Gil, na famosa gafieira "Pérola Negra", que seria gravado para um programa de televisão. Na fase mecânica de gravação, fez cerca de 28 discos com 52 canções. Com a gravação elétrica, em 1927, sentiu uma certa inaptação quanto ao rendimento técnico, logo superada. Aí recomeçaria os sucessos cantados em todo o Brasil. Em 1935 foi contratado pela RCA VICTOR, praticamente daí sua única gravadora até falecer. No total, gravou em 78 RPM cerca de 137 discos com 265 músicas, mais dez compactos e 31 LPs, nestes também incluídas reedições dos 78 RPM. Vicente Celestino, que tocava violão e piano, foi o compositor inspirado de muitas das suas criações. Duas delas dariam o tema, mais tarde, para dois filmes de enorme público: O Ébrio (1946), que foi transformada em filme por sua esposa, e Coração Materno (1951). Neles Vicente foi dirigido por sua mulher Gilda Abreu (1904 - 1979), cantora, escritora, atriz e cineasta. Celestino passaria incólume por todas as fases e modismos, mesmo quando, no final dos anos 50, fiel ao seu estilo, gravou "Conceição", "Creio em Ti" e "Se Todos Fossem Iguais a Você". Seu eterno arrebatamento, paixão e inigualável voz de tenor, fizeram com que o povo o elegesse como A Voz Orgulho do Brasil.Em 1965, recebeu o título de Cidadão Paulistano pela Câmara de Vereadores desta cidade. No dia 23 de agosto de 1968, quando se preparava para gravar um programa de televisão, onde seria homenageado pelo Movimento Tropicalista, passou mal no quarto do Hotel Normandie, em São Paulo, falecendo do coração minutos depois. Seu corpo foi transferido para o Rio de Janeiro, onde foi velado por uma multidão na Câmara dos Vereadores e sepultado sob palmas do público no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. Nunca saiu do Brasil e manteve sua voz grave que era marca registrada independente do estilo musical que estava executando. Teve suas músicas regravadas por grandes nomes, como Caetano Veloso, Marisa Monte e Mutantes.

CÉLIO ROBERTO

Nascido em Maceió, Alagoas, Célio Roberto iniciou sua carreira na Rádio Difusora de Maceió. Depois, foi contratado pela rádio Jornal do Comércio, de Recife (PE). Lá, obteve sucesso em programas de TVs e de rádios. Seu talento chamou atenção da gravadora Mocambo, de quem foi contratado. O primeiro sucesso viria com a gravação de uma versão da música "América (O Primo da América)". A repercussão desse sucesso o levou para o sudeste do País. "Nunca Fui Amado", frevo de autoria de Gildo Branco, foi seu segundo sucesso. O cantor recebeu um convite do conceituado apresentador Antônio Aguilar para apresentar-se no programa "Festival da Juventude", da TV Excelsior, de São Paulo (SP), uma das grandes audiências da época. 
Ao chegar em São Paulo, Célio Roberto trabalhou nas suas  principais casas noturnas, que lhe renderam homenagem, com o troféu de "melhor cantor da noite paulista", oferecido anualmente pela conceituada Revista do Rádio. Na TV, Célio Roberto participou dos principais programas do país: Clube do Bolinha, Programa Sílvio Santos, Programa Raul Gil, Discoteca do Chacrinha, Programa Flávio Cavalcante, Almoço com as Estrelas e Clube dos Artistas. Em 2008, participou do programa do SBT "Rei Majestade", sendo agraciado com a coroa de prata.
O sucesso obrigou Célio Roberto a viajar por quase toda a América do Sul, cantando com grande sucesso o cancioneiro latino, em países como Argentina, Uruguai - onde residiu por dois anos -, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Venezuela, além do Chile, onde participou de um dos mais importantes festivais do país, "Vinha Del Mar". Ao retornar para o Brasil, especificamente para São Paulo, Célio Roberto assinou com várias gravadoras, como a Continental, a RGE, a RCA, a Copacabana, a 3M e a Som Livre.
No auge de sua carreira, Célio Roberto emplacou vários sucessos. Entre eles, destacam-se "Não Toque Essa Música", do seu primeiro disco; do segundo disco, o sucesso "Minha Confissão (Ave Maria)", pelo qual recebeu um disco de ouro; "Homem de Pedra" foi o carro-chefe do terceiro disco e "Inferno da Vida" e "Kiss-me Quick" tronaram-se hits em sua carreira. Outras importantes gravações destacam-se, como “Quatro Pneus Arriados", "Blusa Vermelha", "Quem Será Seu Outro Amor?", "Um Certo Amor (Cavallo Viejo)". De suas composições, pode-se citar a canção "Dá Seu Amor Pra Mim", gravada por Carmen Silva e divulgada em vários países. Célio Robertoé também o autor de "Rock do Jegue", grande sucesso na voz de Genival LacerdaCélio Roberto foi o primeiro a gravar a canção "Entre Tapas e Beijos", mais tarde sucesso na voz da dupla sertaneja Leandro & Leonardo. Vários sucessos interpretados pelo cantor foram relançados em coletâneas da gravadora Som Livre, como por exemplo "Minha Confissão", "Fantasia de Amor" e "Não Toque Essa Música".
O mais recente CD de Célio Roberto, lançado pela Ouro Records, inclui regravações de alguns de seus grandes sucessos, como "Não Toque Essa Música", "Homem de Pedra", "Kiss-me Quick", "Não São Palavras Lindas" e "O Rock do Jegue". Completando o CD, as faixas inéditas "Fantasia de Amor" e "Eu Quero Seu Amor", bem executadas no país.

ODAIR JOSÉ 

Odair começou como crooner na adolescência até meados dos 17 anos quando começou a compor. Nos Anos 70 sua música teve influências da música caipira americana. Excursionou pelo country de raiz de Hank Williams e Johnny Cash em seus primeiros discos. Em 1972, sua música "Cristo quem é você", foi gravada pelo próprio Odair José, com arranjos de Zé Rodrix, tendo a participação do grupo Som Imaginário. Cinco anos depois, fez um ópera-rock na música "O Filho de José e Maria", chegando a ser rotulado como o "Bob Dylan Brasileiro".  A partir dos anos 70 se consagrou no estilo brega com forte apelo popular como "Uma Vida Só", conhecida popularmente pelo seu refrão, "pare de tomar a pílula", que foi censurada pelo governo brasileiro pelo suposto entendimento de que a canção fazia propaganda contrária à distribuição das tais pílulas para o controle de natalidade. Também de forte apelo popular, na canção "Deixa Essa Vergonha De Lado", Odair José deu seu total apoio à empregada doméstica, função que no início da década de 1970 não era legalizada, e a música de Odair ajudou em muito para que essa profissão fosse o que é hoje, por isso, Odair ficou com a alcunha de "o terror das empregadas", valendo lembrar, que na canção, Odair relata uma empregada que namora um rapaz, e, com vergonha, diz que aquela casa é a sua casa, que o garoto que leva para a escola é seu irmão, então, o moço pede para que a moça deixa a vergonha de lado, que, pelo fato de ela ser uma simples empregada, não modificará seu amor.    

Ele  foi excomungado pela Igreja Católica em 1978, por causa do disco O Filho de José e Maria. A excomunhão o fez gravar por 20 anos canções sem muito cunho politizado. Odair José também emplacou sucessos tremendos como "Eu Vou Tirar Você Desse Lugar", "Eu, Você e a Praça", "Assim Sou Eu", "Na Minha Opinião", "A Noite Mais Linda Do Mundo", "Essa Noite Você Vai Ter Que Ser Minha", "Foi Tudo Culpa do Amor", "Sem Saída", entre outros grandes sucessos, além do grande hit "Cadê Você" composta e gravada por Odair José no início da década de 1970 e que estourou nas paradas em 1990 nas vozes de Leandro e Leonardo, sendo que esse hit foi também regravado por Roberta Miranda.  Odair conta uma curiosidade na época em que Leandro e Leonardo pretendiam gravar "Cadê Você", pois a dupla o encontrou e reclamou que a letra da canção faltava uma parte. O autor confirmou à dupla que a letra estava completa, que era assim mesmo. Daí, Leandro e Leonardo gravaram-na e a canção se transformou em um de seus maiores sucessos. De volta à mídia desde o final da década de 1990, Odair José continua fazendo jus ao estilo musical que o trouxe as paradas de sucesso. Sempre grava canções com temas delicados como sexo, drogas e prostituição, bem como protestos contra problemas do Brasil. Em 2006 foi homenageado com o álbum “Vou tirar você desse lugar – Tributo a Odair José” por 18 artistas do pop-rock nacional, que gravaram um CD com suas canções repaginadas.  Foi tema em 2009 de um episódio de O Estranho Mundo de Zé do Caixão, um programa de entrevistas exibido pelo Canal Brasil, apresentado por José Mojica Marins.   Odair José foi casado com a cantora Diana, e em 1976 tiverem uma filha, Clarice, mas o casamento terminou de forma conturbada, e definitiva, em 1981 . 

LINDOMAR CASTILHO 

Lindomar Castilhonome artístico de Lindomar Cabral (Santa Helena de GoiásGoiás21 de janeiro de 1940[1]), é um cantor e instrumentista brasileiro, mais conhecido pela música-baião "Chamarada" e pelo bolero "Você É Doida Demais", que se tornou conhecido pelo Brasil através da série Os Normais da Rede Globo[2]. Outros de seus sucessos foram "Eu Amo A Sua Mãe" e o samba-canção "Tudo Tem A Ver".   Em 1981 assassinou a sua segunda esposa, Eliana Aparecida de Grammont e foi condenado a 12 anos e dois meses de prisão.   Último CD gravado pelo cantor foi "Lindomar Castilho Ao Vivo", lançado pela Sony Music no ano 2000 no auge dos fenômenos musicais do brega e forró.   Lindomar Cabral nasceu no então distrito de Santa Helena, pertencente à Rio Verde, em Goiás. Mudando-se para Goiânia, entrou para a Faculdade de Direito e no ano de 1960 começa a trabalhar na Secretaria de Segurança Pública do estado, após ter prestado concurso público, deixando a faculdade no segundo ano do curso.   Sua entrada na música se deu através do convite feito pelo diretor musical da gravadora Copacabana, Diogo Mulero, que em uma reunião na casa do compositor e escritor Bariani Ortêncio ouviu Lindomar cantar. Prontamente Mulero o convida para gravar um disco e o sugere o nome artístico Lindomar Castilho, o qual adota em sua carreira. No final de 1962 Lindomar grava seu primeiro álbum, intitulado "Canções Que Não Se Esquecem".  Logo o cantor construiu uma carreira sólida cantando boleros e sambas-canções românticos, se tornando um dos maiores vendedores de disco no Brasil da década de 1970[3][4]. Seus discos chegaram a ser lançados simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos.   A paulista Eliana de Grammont e Lindomar se casaram no dia 10 de março de 1979, dois anos depois de se conhecerem no corredores da antiga gravadora RCA, em São Paulo. O cantor, na época, já era conhecido como o rei do bolero enquanto ela ainda ensaiava os primeiros passos de sua carreira. Antes de casar, os dois decidiram que ela não cantaria mais para se dedicar ao lar. O matrimônio fez, portanto, Eliana abandonar a carreira profissional para se dedicar unicamente ao lar e cuidar da filha Liliane de Grammont, fruto da união dos dois. Mas o casamento não durou muito tempo. Devido às agressões e ciúmes alimentados pelo alcoolismo de Lindomar, ela, aos 26 anos, pediu a separação, o que Lindomar não aceitou de bom grado, levantando suspeitas de que ela o estava traindo, deixando-o por ter um caso extraconjugal com seu primo Carlos Roberto da Silva, conhecido como Carlos Randall, que passou a ser parceiro musical da cantora quando ela começou a retomar a carreira artística. Três meses depois de separada, quando cantava no Café Belle Epoque, no bairro da Bela Vista, em São Paulo, Eliane levou cinco tiros pelas costas, sendo que um dos disparos feriu também o seu primo, o violonista Carlos Randall. Lindomar foi preso em flagrante e condenado a 12 anos de prisão por um júri popular em 23 de agosto de 1984. Depois de cumprir a pena, sendo seis anos em regime semiaberto, Lindomar Castilho ganhou liberdade em 1996. Ainda enquanto preso gravou um disco com o título "Muralhas da Solidão" dentro da penitenciária goiana. Eliane de Grammont era irmã de Helena de Grammont, repórter da Rede Globo.  Atualmente, retirado da vida musical, Lindomar vive sozinho em Goiás  

WANDERLEY SOUZA - VOLUME 1 (Saudades de Ervália-Wanderley Souza)

 Cd Volume 1
Wanderley Souza, nascido em 26 de Novembro de 1956 na cidade de Ervália-MG.
Por volta de 2007 compôs sua primeira composição intitulada 'Saudades de Ervália' tendo uma grande aceitação principalmente entre as pessoas mais idosas, isto devido o fato da  letra falar um pouco da minha infância e juventude vivida em Ervália e logo em seguida a minha saída de casa, deixando assim, é claro, meus Pais tristes, à procura de novos horizontes. E isso aconteçe sempre que um filho ou filha deixam a casa do seus pais, gerando aí lembranças, saudades,  etc...
Logo em seguida compôs a música 'Minha Filha' em homenagem a minha filha, está mesmo antes de nascer, foi desenganada pelos médicos. Em 2009 compus 'Eterna Saudade' uma música que fala um pouco de Dr Júlio, médico, da cidade de São João Nepomuceno, que foi morar estabelecendo assim, residência em Ervália, que ao se eleger Prefeito de Ervália, fez uma adminastração que aos olhos de muitos deixou Grande Saudade, para ele enquanto prefeito, fez um governo voltado para todos, sem distinção. Infelizmente foi vítima de um acidente de automóvel, vindo a falecer.
Cd Volume 2 
Um trabalho voltado mais em regravações de "Grandes Sucessos' imortais, consagrados nas vozes de Tonico e Tinco, Pedro Bento e Zé da Estrada, etcc
além de 2 regravações religiosas.
Cd Volume 3 
Repertório em preparação.
Tenha você também a sua rádio